De um restaurante de sushi.
Aberto esta noite.
Das flores de limão com que o sashimi saboreia os meus lábios.
Do gengibre fresco que me irrompe, como vagas, nariz adentro.
Do saké gelado, em copinhos pequenos.
E das palavras grandes que servimos.
De sacudir este torpor que me encolhe hoje.
Da amizade, esse barbitúrico de luxo, que o hipnotiza e o exorciza na dança dos meus olhos.
2 comentários:
pronto, não foi sushi mas foi igualmente bom porque a tua companhia é que conta!
foi bom na mesma!!! :)
a companhia, essa, é uma constante, não uma variante...como bem sabes!
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