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Nine Inch Nails - Hurt

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I hurt myself today To see if I still feel I focus on the pain The only thing that's real The needle tears a hole The old familiar sting Try to kill it all away But I remember everything What have I become? My sweetest friend Everyone I know Goes away in the end You could have it all My empire of dirt I will let you down I will make you hurt I wear this crown of shit Upon my liar's chair Full of broken thoughts I cannot repair Beneath the stains of time The feelings disappear You are someone else I am still right here What have I become? My sweetest friend Everyone I know Goes away in the end And you could have it all My empire of dirt I will let you down I will make you hurt If I could start again A million miles away I would keep myself I would find a way

Concerto de Fol&ar no Ciclo de Cordas de Amarante - 16 de Abril de 2011

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Eu e alguns amigos fomos e assistimos a este concerto. E quatro de nós dançaram, no curto espaço disponível da coxia. Foi uma experiência e tanto ver as caras e as reacções das pessoas que foram assistir a um concerto e que acabaram a assistir a um baile improvisado com que não contavam. Tenho a certeza que a maior parte das pessoas que foi assistir ao concerto nem fazia a menor ideia que em Portugal e pela Europa fora há imensa gente a dançar ao som deste tipo de música. E isso tornou a experiência ainda mais engraçada e interessante. Ainda bem que, graças a quem fez estes vídeos e os divulgou, tenho a oportunidade, primeiro, de lembrar este momento tão giro e, depois, de mostrar às pessoas que me perguntam sempre o que é isto das danças e que tipo de música é! Foi uma experiência fantástica! Muito giro.

Ai, o que isto me faz querer dançar na varanda...!

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Novo disco de Thievery Corporation - Culture of Fear. Estes rapazes não perderam a qualidade de me fazerem querer dançar...muito, ao som da musiquinha deles. Acho que a minha próxima festinha cá em casa já tem banda sonora...hummmmmm!!!! :))

Nostalgia

A palavra de ordem do dia de hoje. O hino são esta música e o vídeo, belíssimo.

Há pessoas que não gostam de filmes de época...mas eu NÃO sou uma delas.

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Eu gostei deste. Gosto imenso da época vitoriana. Gosto muito de filmes de época. E o filme é mesmo bonito, pronto.

E este fim de semana, dança-se em Madrid...no Folkarria!

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É já daqui a bocadinho...! Estou contente: vai haver sol (a previsão meteorológica é de sol e mais de 20ºC...), boa música, dança e alguns amigos para rever... Check-in feito, mochila - quase quase quase... - fechada e aí vou eu! :)))))))))

Este fim de semana, dança-se...em Lisboa!

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Programa Já estou a caminho. Que bem vai saber: rever os amigos, aprender danças novas, dançar, dançar, dançar...! Bom fim de semana!

Bolos-em-forma-de-arte

O título podia ser 'eu cá é mais bolos...'. Mas não sou eu: é a Grace. A Grace é americana, vive em Inglaterra e conheci-a em Kinnersley Castle. É uma pessoa muito interessante, com uma simpatia e uma vivacidade invulgares. E - descobri agora! - com uma forma de arte muito própria: a dos bolos! É só visitar o site www.gracecakes.co.uk . Eu falo por mim: estou absolutamente fascinada.

Palmilha Dentada, Alforrecas Sociais e Maus Hábitos

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Amanhã, às 22 horas. Eu vou! A amostra fica aqui .

Porto Book Stock Fair

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(imagem retirada da net) Até 28 de Fevereiro. Entre as 13 e as 20 horas. No Palácio de Cristal, no Porto. Vou às compras este fim de semana!!! :)

Hoje é noite de teatro

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No Teatro Helena Sá e Costa.

Não é que...

...não goste do 'livro das fronhas' para mandar umas piadas no mural dos amigos. E para saber das últimas dos bailes, especialmente os organizados pelos amigos franceses, ingleses e espanhóis. Mas gosto ainda mais deste formato do blogue. Apesar de não conseguir ser muito constante na regularidade temporal dos posts. Por isso...voltei.

História de um sequestro

Bom...e a pedido de várias famílias, aqui vai: Dia 26 de Novembro de 2010, pelas 06 horas e 35 minutos, quando o avião da Ryanair começa a levantar o nariz no ar, nos céus do Porto, um certo e determinado passageiro que dá pelo nome de Hugo Machado solta uma exclamação de horror: 'Será que deixei a minha namorada fechada dentro de casa, na manhã do dia em que tem de escolher a especialidade...??'. E eis que a dúvida perdura durante as 2 horas e qualquer coisa do voo. Surpresa: não é que deixou mesmo?!?!?! Ora, foi um 'vê-se-te-avias' de telefonemas e de cenários hipotéticos de 'ora agora pede-se a alguém que vá buscar a chave suplente a casa da senhora da limpeza, ora agora peço ao meu pai que vá da Figueira da Foz ao Porto levar uma chave, ora agora chama-se os bombeiros e a polícia...!'. Por fim, tudo se resolveu...a bem, pelo menos até ao regresso a Portugal. O que depois se passou, fica ao critério e à imaginação dos leitores e ao recato do lar dos namorados...

Her morning elegance - Oren Lavie

Um som muito agradável e um vídeo muito giro. Uma pequena pérola que descobri graças a um amigo francês, o Fred, naquela coisa-obra-do-demo que é o 'livro das fronhas', também conhecido por Facebook.

O clássico desta semana

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A sede do mal

'Touch of evil', no original de Orson Welles. De 1958. Com um elenco de luxo. Amanhã, no Cineteatro do Campo Alegre, às 22 horas.

Au Revoir Simone - The Lucky One

A música do trailer de 'O Refúgio', de François Ozon.

A música do filme, cantada por Louis-Ronan Choisy e Isabelle Carré

Composta, tal como a restante banda sonora do filme, pelo próprio Louis-Ronan Choisy, que acumula funções de actor, compositor e cantor.

O refúgio

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Um filme nada fácil. Muita realidade, especialmente no que diz respeito às agulhas e às drogas e a um mundo não muito cor-de-rosa. Não obstante isso, acaba por ser interessante porque, de cada vez que parece que sabemos o que se vai passar no filme, acabamos por nos enganar. Isto - e é conclusão a tirar! - é sermos conduzidos ao sabor do que quer quem está por detrás das câmaras, mesmo que não gostemos de estar a ser conduzidos, numa espécie de labirinto esguio em que François Ozon tenta fugir a todas as soluções fáceis e que tornariam o filme ou num feeling good movie ou num longo rosário de deprimente intelectualismo revivalista dos anos 80. É uma sensação estranha, que nos deixa em suspenso, como se nos sentíssemos atirados contra paredes de sentimentos que não são os nossos e que não são a forma como gostaríamos que as coisas fossem e acabassem. Borboletas no estômago, umas quantas vezes. Um aperto, de vez em quando. E alguma esperança no final.

Isso e a música dos Sigur Ros, pronto...

All alright