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Palmilha Dentada, Alforrecas Sociais e Maus Hábitos

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Amanhã, às 22 horas. Eu vou! A amostra fica aqui .

Porto Book Stock Fair

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(imagem retirada da net) Até 28 de Fevereiro. Entre as 13 e as 20 horas. No Palácio de Cristal, no Porto. Vou às compras este fim de semana!!! :)

Hoje é noite de teatro

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No Teatro Helena Sá e Costa.

Não é que...

...não goste do 'livro das fronhas' para mandar umas piadas no mural dos amigos. E para saber das últimas dos bailes, especialmente os organizados pelos amigos franceses, ingleses e espanhóis. Mas gosto ainda mais deste formato do blogue. Apesar de não conseguir ser muito constante na regularidade temporal dos posts. Por isso...voltei.

História de um sequestro

Bom...e a pedido de várias famílias, aqui vai: Dia 26 de Novembro de 2010, pelas 06 horas e 35 minutos, quando o avião da Ryanair começa a levantar o nariz no ar, nos céus do Porto, um certo e determinado passageiro que dá pelo nome de Hugo Machado solta uma exclamação de horror: 'Será que deixei a minha namorada fechada dentro de casa, na manhã do dia em que tem de escolher a especialidade...??'. E eis que a dúvida perdura durante as 2 horas e qualquer coisa do voo. Surpresa: não é que deixou mesmo?!?!?! Ora, foi um 'vê-se-te-avias' de telefonemas e de cenários hipotéticos de 'ora agora pede-se a alguém que vá buscar a chave suplente a casa da senhora da limpeza, ora agora peço ao meu pai que vá da Figueira da Foz ao Porto levar uma chave, ora agora chama-se os bombeiros e a polícia...!'. Por fim, tudo se resolveu...a bem, pelo menos até ao regresso a Portugal. O que depois se passou, fica ao critério e à imaginação dos leitores e ao recato do lar dos namorados...

Her morning elegance - Oren Lavie

Um som muito agradável e um vídeo muito giro. Uma pequena pérola que descobri graças a um amigo francês, o Fred, naquela coisa-obra-do-demo que é o 'livro das fronhas', também conhecido por Facebook.

O clássico desta semana

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A sede do mal

'Touch of evil', no original de Orson Welles. De 1958. Com um elenco de luxo. Amanhã, no Cineteatro do Campo Alegre, às 22 horas.

Au Revoir Simone - The Lucky One

A música do trailer de 'O Refúgio', de François Ozon.

A música do filme, cantada por Louis-Ronan Choisy e Isabelle Carré

Composta, tal como a restante banda sonora do filme, pelo próprio Louis-Ronan Choisy, que acumula funções de actor, compositor e cantor.

O refúgio

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Um filme nada fácil. Muita realidade, especialmente no que diz respeito às agulhas e às drogas e a um mundo não muito cor-de-rosa. Não obstante isso, acaba por ser interessante porque, de cada vez que parece que sabemos o que se vai passar no filme, acabamos por nos enganar. Isto - e é conclusão a tirar! - é sermos conduzidos ao sabor do que quer quem está por detrás das câmaras, mesmo que não gostemos de estar a ser conduzidos, numa espécie de labirinto esguio em que François Ozon tenta fugir a todas as soluções fáceis e que tornariam o filme ou num feeling good movie ou num longo rosário de deprimente intelectualismo revivalista dos anos 80. É uma sensação estranha, que nos deixa em suspenso, como se nos sentíssemos atirados contra paredes de sentimentos que não são os nossos e que não são a forma como gostaríamos que as coisas fossem e acabassem. Borboletas no estômago, umas quantas vezes. Um aperto, de vez em quando. E alguma esperança no final.

Isso e a música dos Sigur Ros, pronto...

All alright

Quando a sereia canta Sigur Ros...

O filme é realizado por Neil Jordan. É uma história simples, que se desenrola numa aldeia piscatória irlandesa, entre os limites do mito e da realidade. As personagens são bonitas, em especial a interpretada pela pequena Allison Barry, que faz de filha de Colin Farrell, num desempenho impecável. A fotografia é excelente, a realçar as cores do mar e da costa e toda a ambiência do mundo da pesca. Em resumo, acho que Neil Jordan fez simplesmente um filme de que gostava, com os actores que quis, sem pretensões e sem aspirações pseudo-intelectuais. Isso conquistou-me, definitivamente.

Ensemble, c'est tout!

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O livro que devorei em pouco mais de 4 horas foi este. Não consegui parar de ler. Fez-me lembrar as minhas noites da infância e da adolescência em que, à socapa dos meus pais e com a conivência da minha avó, devorava livros atrás de livros. E quando acabei de o ler, pensei cá com os meus botões que estas personagens vão sempre ocupar um lugar na minha memória: - Camille, a desenhadora, com as suas fragilidades disfarçadas de pedras de um muro que foi derrubado pelas lágrimas de um amor quase perdido; - Franck, o cozinheiro, com as suas bronquices recheadas, tipo peru, de pequenas atenções para com as pessoas que amava; - Philisbert, o marquês vendedor de postais, com a sua excentricidade carinhosa e até quase receoso de fazer o bem, sem olhar a quem, e, por fim, - Paulette, a avó, que se fazia despercebida mas que, à conta de um quintal deixado em testamento numa carta, prenunciou o desfecho feliz de quem a rodeava - e que amei ainda mais por me fazer sentir mais perto da minha avó, de...

A águia voa ao sol...ou quando John Wayne não faz de cowboy!

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Foi o filme da noite passada. Mais um de John Ford. De 1957. Com um John Wayne, a fazer o papel do aviador da Marinha Americana, Frank 'Spig' Wead. Sendo certo que ditava o preconceito que estivesse, durante o filme inteiro, com a sensação que, a qualquer momento, o ia ver dar-lhe uma coisinha má e sacar do revólver, numa rua poeirenta, em frente a um saloon , algures no longínquo oeste americano. Mas parece que, afinal, não... :) Não é o meu filme preferido do John Ford, definitivamente, mas não dei por perdido o tempo que passei na sala de cinema a ver o filme. O trailer vale a pena pela cena da amaragem intrépida na piscina.

As duas noites passadas

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A tricotar. E a ler compulsivamente, ao mesmo tempo. Já de mantinha nos joelhos. Que prazer me deu! :)))))

My Darling Clementine

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O filme desta noite. Às 22 horas. No Teatro do Campo Alegre. É de 1946, realizado por John Ford, com Henry Fonda no papel de Wyatt Earp.

A paixão dos fortes

O maior foguete do mundo

Devo dizer que a iniciativa me era absolutamente indiferente. Até esta noite. Não é que não goste de fogo de artifício; até gosto. Não gosto é quando parece que os batelões - supostamente, no Rio Douro! - estão a rebentar dentro de minha casa, apesar dos vidros duplos. E muito especialmente quando o meu sobrinho acabou de adormecer há 10 minutos, depois de meia horinha de resmunguice e choro sob a forma de berreiro...! Grrrrrrrrrrrrrrrrrr...!

Bexiguices

Há lá coisa pior que estar num engarrafamento de trânsito durante 90 minutos...e com a bexiga cheia? Está bem, está bem, concordo que há coisas piores na vida! Mas esta arrelia que se farta... :P