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Terceira almofada para a casa de Londres.

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O programa desta noite. Gosto muito do livro, o primeiro que li de Eric-Emmanuel Schmitt, e adorei o filme - com Mr. Omar Sharif no papel de Sr. Ibrahim, o que o tornou ainda mais inesquecível e enternecedor. Espero não sair desiludida.

Fogos florestais

Fará quinze anos em Setembro que deixei Figueiró dos Vinhos. Foi a minha primeira colocação e lá fiquei quase dois anos. Trabalhei com três concelhos: Figueiró dos Vinhos, Castanheira de Pêra e Pedrógão Grande. Era uma comarca tramada, que de primeiro acesso só o nome merecia. Nos quase dois anos que lá passei, vi, como em muitos dos outros sítios por onde passei na minha carreira, o pior das pessoas - afinal de contas, faz parte da função. Mas, ao contrário do que acontece no meu trabalho e do que vi suceder nos anos seguintes, foi àquelas gentes dali que vi genuínos actos de bondade e de amor pelo próximo - adopções 'do coração' de crianças inadoptáveis (e a maior parte de vocês sabe que esta coisa da 'balela dos afectos' me dá náuseas!), irmãos que, com outros dois irmãos órfãos, deixaram a escola com 17 anos e foram trabalhar para que os outros, mais novos, pudessem estudar, e outras tantas situações de que já nem sei falar. Vi naquelas gentes uma del...

Passeio antes do almoço

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Arte na rua, quase em frente à Tate Britain.

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Fotografia do JP.

A vista de Lambeth Bridge, o Southbank, o Tamisa, patos e a Tate Modern.

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Esplanada favorita em Londres.

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National Theatre, Southbank. Fotografia do JP.

Uma tarde tranquila. E mais um cesto feito.

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Dias bons.

O dia de ontem e o de hoje são dias de ser tia: festa de aniversário do mais novo, o Álvaro, ontem, a que se seguiu uma dormida dos dois mais velhos, o Afonso e a Leonor, cá em casa. Dormimos até tarde, tomámos o pequeno-almoço, andámos a fazer puzzles e, não fosse pelo ruído dos desenhos animados, nem dava conta que eles ainda cá estavam. Dias bons.

Uma livraria em Hay-on-Wye

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À espera de Stephen Fry e Garry Kasparov em Hay-on-Wye

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Fotografia do JP.

Vôo 3 horas e 25 minutos atrasado.

E é aí que se descobre que o terminal de aeroporto, aparentemente perfeito, do Porto não tem um balcão de informações dentro do terminal, depois de se passar o controlo de segurança. Ó inclemência! Ó escandaleira!

Sentados num banco do Largo Camões

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Ontem foi um dia bom. Estar com amigos que já não via há muito tempo. Ir ao meu alfarrabista favorito. Gastar uma pequena fortuna em livros, como sempre. Passear no Carmo e no Chiado. Rir às gargalhadas, sentados num banco do Largo Camões, enquanto lemos em voz alta Mário-Henrique Leiria. Ir ver a ponte e o MAAT. E dançar um bocadinho. Aproveitar o dia. Foi isso.

Perfetti Sconosciuti

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Porque, com toda esta dose de 'desprezível "auto-apelidado" realismo mediático' que nos rodeia diariamente, o melhor remédio é rir. E este é um remédio muito fácil de tomar. Uma comédia francamente inteligente, que nos faz soltar gargalhadas redentoras. Uma sala de cinema repleta para ver um filme que vale mesmo a pena ir ver. P.S.: Além disso, ainda chega a ser considerado 'i compiti' para a aula de italiano a que não posso ir esta semana.

Da secção "A vida é muito mais estranha do que a ficção”.

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Leitura. Na sala de espera de ginecologia.

Bedroom view.

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Trent Reznor - Hurt (Unplugged)

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Estudo para um novo projecto.

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Adorei fazer estas almofadas.

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Com excepção do trabalho de rematar, são o resultado das horas que tenho passado em aeroportos e aviões nos últimos meses. Porque eram um trabalho relativamente pequeno e fácil de transportar. Foram a minha companhia nessas horas. Serão a de outra pessoa em breve. Numa outra casa.

'Der Junge Karl Marx'

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'Der Junge Karl Marx' é um bom filme. Gostei muito. Mas adorei especialmente a parte de perceber quase todas as frases em alemão. Voltei a ser a menina feliz que fui quando consegui a proeza de, aos 6 anos, ler as legendas dos programas na tv antes de desaparecerem do ecrã. A felicidade das pequenas coisas é, afinal, tão simples!