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Patchwork
Em tempo de isolamento social, tenho acabado muitos projectos que tinha em mãos. Mas não tive coragem de olhar para o projecto que tenho inacabado há mais tempo. Porque me tenho sentido incapaz de o acabar. Até agora. Já devo estar há demasiado tempo dentro de casa para ter a ilusão que sou capaz de fazer isto. Qual Capitão Ahab, frente à baleia branca. A ver vamos. P.S.: O que mais me enfurece é que, ao arrepio do que costumo fazer, isto parece não ter esquema nenhum e ser à sorte...e isso aflige-me. Deve ter sido um acto rebelde da minha parte mas agora, bem vistas as coisas, não sei se estou muito contente com isso.
Amar, verbo intransitivo
O romance que escandalizou a sociedade de São Paulo em 1927: a história de Carlos, adolescente numa família burguesa tradicional, e da sua iniciação sexual por Fraulein Elza, contratada para o efeito. É uma das obras que marca o início do Modernismo Brasileiro e, por isso mesmo, é estranha, fruto da originalidade que é imprimida à linguagem - nada fácil para nós, portugueses, em alguns termos - e do alheamento das regras gramaticais. Implica algum esforço e estranha-se. Mas gosta-se. É uma experiência.
Comentários
Em tempos escrevi sobre
«O RELÓGIO DE SOL
Quase tão antigo como o Homem, o relógio de sol continua a ser um símbolo da verdade, da eternidade, da personalidade do seu proprietário...
Obra de arte, instrumento científico e didáctico, é lição de coisas interessantes... é História, é Cultura... elo entre o Homem e o Universo!»
Um amigo meu, com um extraordinário dom da palavra, presenteou-me com...
«RELÓGIOS DE SOL
Calados são, porém, iluminados e fazem da sombra uma virtude; calados nada pedem mas dão muito; calados registam o tempo e observam o tempo e observam os tempos; calados dizem-nos muito da história e dos homens que os fizeram. É que, embora calados, são sempre falantes.»
Felicito-a pelo seu interesse por relógios de sol ou de sombra.
relogiodesol@iol.pt