Bem sei que tudo se acaba...mas fiquei chocada: foi-se a cor, foram-se as lãs...e até as prateleiras! Sem um papelinho sequer na porta a dizer se faliram, se mudaram de sítio... E agora onde vou buscar as minhas lãs para acabar os meus cachecóis de Natal...?!?! Não há direito!
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Em tempos escrevi sobre
«O RELÓGIO DE SOL
Quase tão antigo como o Homem, o relógio de sol continua a ser um símbolo da verdade, da eternidade, da personalidade do seu proprietário...
Obra de arte, instrumento científico e didáctico, é lição de coisas interessantes... é História, é Cultura... elo entre o Homem e o Universo!»
Um amigo meu, com um extraordinário dom da palavra, presenteou-me com...
«RELÓGIOS DE SOL
Calados são, porém, iluminados e fazem da sombra uma virtude; calados nada pedem mas dão muito; calados registam o tempo e observam o tempo e observam os tempos; calados dizem-nos muito da história e dos homens que os fizeram. É que, embora calados, são sempre falantes.»
Felicito-a pelo seu interesse por relógios de sol ou de sombra.
relogiodesol@iol.pt