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Sufragista, nunca!!!

Pelo menos, não daquelas que queimavam soutiens publicamente. Não me entendam mal: sou uma acérrima defensora da igualdade de direitos. Só que, apesar de saber que é uma coisa de somenos importância, talvez quase a raiar os limites do mesquinho, ou da falta de gosto a partilha deste momento, a verdade verdadinha é que comprar um soutien sem alças que realmente funciona é mesmo um achado. Principalmente se não se sai ao paizinho. P.S.1: Hoje consegui. P:S.2: Não, não, não há fotos disponíveis. P.S.3: Fim de emissão.

Finalmente

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Vi o 'Shrek - Forever After'. Gostei. Tem piadas engraçadas. Mas já não é bem a mesma coisa. Gostei mais dos outros três filmes. Neste, achei até uma falta de originalidade o mauzão da fita ser uma colagem descarada ao grafismo das personagens de 'Artur e os Minimeus', em especial, no que às características de requintada malvadez concerne, ao vilão Maltazard do épico de Luc Besson. Pode ser de mim, é certo! Mas muito honestamente, não sei se aguento outro destes... they're losing it !

Os dias em que não parecemos pacotes de açúcar

Há dias e dias. Há aqueles em que parecemos aqueles pacotes de açúcar amarelinhos da Nicola, que dizem 'Um dia...' . Hoje não foi um desses dias. Hoje foi daqueles em que, em vez de pensar 'um dia, vou ter vontade e oportunidade para concretizar um monte de coisas que já ando há montes de tempo para fazer...!', fiz mesmo. Depois de um almoço, na esplanada, à sombra, no Centro Comercial Bombarda, eu e a Joana, a amiga e vizinha de cima, fizemos uma verdadeira epopeia de deambulações pela baixa. Passeámos pelas ruas antigas, entrámos e saímos de lojas, descobrimos pechinchas em armazéns e lojas de aspecto mais do que duvidoso - desde tecidos para o patchwork e enchimento para almofadas e bonecos até sandálias e sapatos...! - e foi uma verdadeira alegria de pequenas comprinhas. Ah, e ao vasculhar a Rua dos Caldeireiros à procura de enchimento para almofadas, descobrimos uma autêntica pérola: uma loja, no n.º 11 da Rua do Arquitecto Nicolau Nazoni, obscura e pequena, onde, ...

Dançando no coreto

Acabo de chegar de uma noite diferente. Passada com os amigos - todos eles dançaólicos, pois claro! -, a dançar, ao som de uma jam session , dos nossos músicos, igualmente dançaólicos. Perante o olhar estupefacto e as fronhas boquiabertas dos turistas e restantes transeuntes que, de câmaras fotográficas e de filmar em riste, se fartaram de filmar... Só espero não aparecer num qualquer Youtube lamentável!!! Mas lá que me diverti, diverti! No Coreto do Jardim da Cordoaria. P.S.: Lá vou eu para a segunda dose de criogel para descanso das pernas esta semana! Infelizmente, a primeira delas era só cansaço e não por ter estado a dançar... P.S.2: Ah, e a sessão dançaólica foi dada por encerrada por volta da 01h15, porque uma das vizinhas foi lá avisar que ou cortávamos o pio aos instrumentos ou ela chamava a polícia. Isto não obstante a barulheira infernal que os bares e as pessoas na rua ali faziam - e fazem todas as noites! - mas deve ser falta de hábito de audição da música; só pode...!

Lido

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Quando ela chegou a casa, ali para os lados de Cedofeita, passeou pelos quartos sem rumo, deslindando as teias do amor, finalmente seu. Abriu a porta do jardim, daqueles compridos e estreitos como só há nas cidades do norte e caminhou até ao fundo, até à gigantesca árvore que o rematava. Quem, há muitos anos, a plantara devia ser mulher, pensou, que só elas gostam das raízes para viver e das folhas para acompanhar os ritmos da vida e sombrear as decisões irreflectidas. Sentou-se no banco e tocou o tronco com a mão. Deixou-se estar uns minutos imóvel. in O Toque 'As fabulosas histórias dela' - Contos do Porto imaginado Beatriz Pacheco Pereira

A lição de zoologia continua

Definitivamente e como disse de forma eloquente a Susana, a propósito de mim, 'não sou um animal de sol'. É que não sou mesmo. O meu tom de pele não é branco: é translúcido. Nem a Branca de Neve me chegava aos calcanhares. E, como a Natureza tem tiques manientos de concordância, eu só podia ter uma relação difícil com o calor. Com a praia. Com os cremes de factor 60 plus, com que tenho de me besuntar. Por isso mesmo, 2 ou 3 idas à praia e um banho de mar anual... and that's it! Claro que, tendo-o sido acompanhado por amigos de longa data que já não via há séculos e outros que estão sempre comigo, não foi suplício nenhum! Como costuma... Foi bem divertido e agradável. E, Zé, eu gostei das papas de aveia com frutos (especialmente com pêssegos), ok...? :D

A hiena e a galinha viva

Toda a gente sabe que a hiena é um animal necrófago. Não obstante, se vir uma galinha viva, não a deixa escapar... Uma das pérolas de um fim de semana, em Vale de Cambra, à roda de uma mesa no jardim com amigos, sol, uma piscina, uma conversa interessante e as melhores caipirinhas de sempre...!!! Tão inesquecível como irrepetível.

A Brancal fechou!

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Bem sei que tudo se acaba...mas fiquei chocada: foi-se a cor, foram-se as lãs...e até as prateleiras! Sem um papelinho sequer na porta a dizer se faliram, se mudaram de sítio... E agora onde vou buscar as minhas lãs para acabar os meus cachecóis de Natal...?!?! Não há direito!

Esta noite

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O Diabo é Marlene Dietrich, em mais um filme de Josef von Sternberg. No cine-estúdio do Teatro do Campo Alegre, às 22 horas. Preço: 3,50 € por bilhete.

Fatalidade

'Dishonored', de 1931, realizado por Josef von Sternberg e com a interpretação de Marlene Dietrich. Gostei muito. Diverti-me ainda mais. E foi uma óptima - e rara! - oportunidade de ver filmes antigos como deve ser: na tela do cinema. No cine-estúdio do Teatro do Campo Alegre. Na terça-feira passada.

Coisa espantosa

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Este ano, o meu manjerico de S. João: - não só passou a barreira psicológica do mês de vida cá em casa (bom, já é coisa rara passar do S. Pedro...!!!); - como está em flor, vejam só!!! E o manjericão, semeado há meses, está crescido, saboroso e recomenda-se! Em cima de mozzarella às fatias e regado com um fio de azeite, então...hummmm!

A questão

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Não é ir vê-la. É ir ouvi-la , isso sim. No Coliseu do Porto. Esta noite, às 22 horas.

Fiquei com vontade de mais

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Eu tratava de brincar com o léxico subterrâneo de Buenos Aires, mas aquilo que ao Tucumano saía com naturalidade, a mim confundia-me. Às vezes, nas reflexões que escrevia para a minha tese, escapavam-se algumas dessas palavras fugazes. Suprimia-as assim que me dava conta, porque ao voltar a Manhattan já as teria esquecido. A língua de Buenos Aires movia-se tão depressa que primeiro apareciam as palavras e só depois surgia a realidade, e as palavras continuavam quando a realidade já se tinha ido embora. 'O cantor de tango' Tomás Eloy Martinez Buenos Aires é a história, vivida e calcorreada por quem a conhece. Povoada de personagens que ali viveram mas, desta vez, recriadas numa existência paralela, desvio da realidade das biografias históricas, quase quase verosímil, e como peões de um mapa histórico da cidade e das atrocidades que sofreu durante a ditadura, por entre tangos e milongas , os fantasmas-sombra de Evita e Juan Péron, Carlos Gardel, Jorge Luis Borges e Julio Martel.

Este mês

Trabalhei muito. E não escrevi aqui. Não houve tempo. Mas também não houve tempo porque. Porque li. Porque tricotei. Porque fui ao cinema. Porque houve jantares com os amigos. Porque houve jantares de fim de ano de trabalho. Porque passei tempo com o meu sobrinho e afilhado. Porque não foi só trabalhar. Porque sim. E porque não. Mas, principalmente, porque me apeteceu.

O susto cultural!!!

Cheguei hoje cedo a casa: 20h15. Entenda-se: cedo para o que tem sido nas últimas semanas o costume. Depois de ter comido qualquer coisa, liguei o pc. Comecei a pensar: que diabo vou fazer até às 22h*...............? E fiquei estarrecida ao dar comigo a pensar em voltar a trabalhar depois de ter parado de o fazer desde manhã há apenas uma hora. Por parecer a coisa mais natural a fazer. Isto de andar a acumular o meu habitual serviço com o de uma grávida em licença de maternidade anda a pôr-me louca. E a fazer-me trabalhar por dois e meio, o que é péssimo. Então, quando a isso se junta um relatório de final de estágio da minha estagiária...está tudo tramado. E criam-se hediondas rotinas. Que diabo! Só há lugar para um 'aholic' na minha vida. E já está preenchido: já me confessei dançaólica. Por isso, vá de parar imediatamente com esta estupidez. Antes que me torne numa abóbora 'workaholic'. E vá de voltar a ver os blogues das amigas, a blogar...e, dois minutos depois, já...

Domingo à tarde

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A Sagração da Primavera Igor Stravinsky Orquestra Metropolitana de Lisboa, dirigida por Cesário Costa Coreografia de Olga Roriz Centro Cultural de Belém Aqui .
What is there to know? All this is what it is You and me alone Sheer simplicity

Afonso

Veio ao mundo às 15 horas e 57 minutos. Com 3,050 kg de peso. E 50 cm de comprimento. Ao fim de 32 horas. E fez de mim uma tia muito feliz! E orgulhosa! E...e babada, pronto! E, mais do que isso, emocionada...ou a palavra adequada será choramingona?? Depende do que vier no dicionário acerca de fazer o caminho do trabalho para a visita do hospital com as lágrimas a saltar-me dos olhos, de alegria. Nem sei bem... Sei é que, isso sim, me assustou como o diabo pegar nele ao colo, com menos de 4 horas de vida. De uma vida que todos esperamos longa e feliz.

Fest-i-ball

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Começa hoje. Mas só vou amanhã. A Lisboa. Assistir ao concerto dos Naragonia . Uma das primeiras bandas folk que ouvi e de que aprendi a gostar. E dançar, claro! O programa completo do Fest-i-ball está em www.tradballs.blogspot.com .

Porque é que isto não me saiu todo o dia da cabeça...?

Será porque o concerto de ontem foi fantástico...?! Muito muito muito bom!!