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Jesse Eisenberg's works

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Definitely worth a reading. Funny reading. Really. Full texts' links published by The New Yorker  here . Awkwardly, I can't say I remember watching any of his acting works. That might say something about my leisure preferences, I guess.

Variação III sobre o tema

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Porque vem a propósito. No determinism included. E especialmente porque Wilde, um dos meus favoritos, entrou em três conversas, com três pessoas diferentes e em virtude de diversos temas de conversa, em apenas dois dias. Estranho é que não fui eu quem o chamou às conversas.

Curiosamente

O crochet e o tricot têm-me afastado da leitura. Da costura. Mesmo da culinária. Por vezes, até da dança e das pessoas. Conheço bem o motivo e racionalizo-o com clareza.  Mas custa-me resistir-lhe. Além de serem muito viciantes - sim, só quem nunca se dedicou a isso é que não percebe! -, a verdade é que o tricot e o crochet me permitem fazer várias coisas ao mesmo tempo.  Um dos exemplos disso é certamente conseguir ver filmes e séries enquanto faço crochet e tricot. Já ler é mais difícil: o livro está sempre a cair, é preciso segurar as folhas com os cotovelos, aqueles dispositivozinhos destinados a isso NUNCA funcionam como deviam...Enfim, uma trapalhada! A mesma coisa acontece quando me ponho em frente da máquina de costura ou dos tachos. Certo é que sinto falta dos livros.  Dos tecidos e dos tachos também mas especialmente dos livros. Contudo, a vertigem do tempo acaba por consumir-me.  É-me tão difícil não ceder ao apelo de sen...

Pode não parecer...

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...mas todo este jogo de cores é um enorme esforço de desconstrução. Quem me conhece, sabe que sou uma organizadinha, até demais. Por isso mesmo, a tentação de organizar as cores e pensá-las antes de colocar mãos à obra é um enorme urso branco no meio da sala.  Com este projecto, tentei resistir a isso, de modos que estão a sair-me umas combinações improváveis de cores.  E estou a gostar do resultado.  Mas, mais do que gostar do resultado, estou a divertir-me muito com o desafio: é como se sentisse a minha cabeça a tentar descarrilar da rede monocarril de um sentido só em que está viciada.  A ver onde me leva.

Manta para o sofá

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No dia chuvoso de sábado, acabei um dos projectos grandes de 2015 - na verdade, o segundo que termino ainda na primeira metade do ano. E o meu sofá tem uma manta nova, para os dias menos quentes. Dimensões: 245 x 180 cm.

25 de Abril sempre!

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Com o cravo que recebi das mãos do Valério Romão na última sessão das Quintas de Leitura.

Canção da morte pequena

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(imagem retirada da net)

Quando os dias são contrários

The ring I'm absolutely in love with

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Pode não estar perfeitinha perfeitinha...

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...mas é a primeira caixa que fiz e gosto muito dela!  Dimensões: 8 cm de diâmetro. Agulha: 3 mm.

Eu e o meu sobrinho

Hoje foi um dia bom. Mas, mesmo que não tivesse sido, o momento com o Afonso tê-lo-ia feito valer a pena, só por si. Depois da aula de música, fui levá-lo a casa. Como a minha irmã e a minha sobrinha Leonor tardavam em chegar, ficámos os dois dentro do carro. Quando estacionei, deixei-o sair da cadeirinha e sentar-se ao meu lado no lugar do passageiro. E ali ficámos, a comer pãezinhos quentes, a cantarolar as músicas da aula e a discutir, como se gente grande fôssemos, os autocolantes que a professora lhe tinha dado. Os melhores quinze minutos do meu dia, sem dúvida.

Saltarello - Dead Can Dance

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Hoje lembrei-me disto. Porque recebi um e-mail de amigos italianos dançantes que vão organizar, a 07 de Fevereiro, um workshop de saltarello marchigiano.

Pensamentos da primeira caminhada do ano

- Os tons rosa-a-desmaiar-em-azul-escuro fazem do fim da tarde o meu momento preferido do dia. - Já posso lambuzar-me com uma rabanada feita pela minha mãe sem sentir uma culpa avassaladora. - A fauna da foz do rio - e, sim, estou a falar da passarada, não de alguns transeuntes que andam em bicicletas ou a fazer jogging, com o complexo de carros-vassoura! - está cada vez mais atrevida: mostram-se assim à descarada.  - Caminhar ao som das bourrées de 3 tempos é muito revigorante mas as valsas, especialmente as de 5 tempos, desconcentram-me: rodopiar ao mesmo tempo que se caminha a uma velocidade constante é difícil. - As bóias de sinalização do rio foram reposicionadas ou é impressão minha? Deve ser por causa da pseudo-marina da Afurada... - Pelas alminhas, mas quem é que se encharca de perfume para ir fazer jogging...?! - Está-se mesmo a ver que este ano não acaba sem uma história de um pescador desportivo que escorregou nos pedregulhos e no lodo, logo ali abaixo ...

O meu primeiro projecto de 2015

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Um novo tapete para a minha cozinha. Dimensões: 110 x 65 cm. Comecei-o no primeiro dia do ano, trabalhei nele o dia de ontem e hoje só acabei de rematar. Devo confessar que estou muito contente com o resultado final.

Coisas do ano velho - III

Olhando para trás, há um pensamento que me parece mais e mais claro. Valorizo muito a possibilidade e o esforço - e reconheço que, no meu caso, a necessidade! - de encontrar, descobrir e mesmo inventar projectos novos que desafiem as minhas capacidades. Mesmo aquelas que julgo não ter e experimento, ainda assim.  Sempre valorizei. Mas confesso que fui percebendo que, cada vez mais, a satisfação - e não, não vou dizer 'a sensação de conseguimento', como diria a outra! - de ver um desses projectos finalmente pronto iguala - ou mesmo supera! - a alegria e o natural ímpeto iniciais com que pus as mãos ao caminho. Mesmo que sejam pequenas coisas.  Como as fotografias que deixei abaixo. Há outros projectos maiores, já iniciados. 2015 vê-los-á ser completados: um desejo ao meu alcance - talvez porque dependa de mim! 

My hands have not been idle of late

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Coisas do ano velho - II

Todas as vezes que tenho visitas em casa, surge sempre a pergunta do costume, em especial depois de um jantar em que várias garrafas de vinho aparecem, de forma inusitada e totalmente imprevista, vazias: onde é que está o local próprio para colocar as garrafas?  Pergunta essa a que se segue uma outra, esta revestida de espanto - e, em alguns casos, de quase indignação! -: não fazes reciclagem?! Pronto. Respirem fundo. Quem me lê, sabe que eu sou uma 'declutterer' de excelência. Não tanto por mérito mas - quase! - por doença. Na minha casa e no meu gabinete, tudo tem o seu lugar próprio. E não existem coisas a mais. Há muito tempo que - quase! - não uso sacos plásticos. Tenho vários sacos recicláveis na mala do carro e costumo trazer comigo um saco de compras desdobrável, que é reciclável. O papel de escritório que utilizo (e gasto ambas as faces, sim...!) é quase invariavelmente colocado no lixo no gabinete, onde sei que fazem rec...

Coisas do ano velho - I

Depois da minha viagem ao Quénia e à Tanzânia, estou certa de uma coisa: muito dificilmente serei capaz de voltar a entrar num jardim zoológico. Para lá da enorme tristeza que me assolará, sei que me sentirei tremendamente incomodada com a absoluta falta de respeito que significa manter outros seres vivos dentro de gaiolas e limitados a espaços claustrofobicamente minúsculos. Já o disse muitas vezes: não me sinto capaz de ter um animal de estimação nem sou daquelas pessoas loucas por animais. Apesar disso, nunca tratei mal, pelo menos de modo intencional, qualquer animal. Bem pelo contrário, sempre tratei os animais com que, por uma razão ou outra, me cruzei com respeito e bondade. Mas, depois de uma viagem como a deste Verão, o que sinto em relação aos animais, em especial à vida selvagem, mudou radicalmente - assim como também mudou a opinião que tenho acerca de pessoas que mantêm nessas condições os animais. As verdes colinas de África, como a pen...

Porque não me esqueço eu de viver...para viver?

Boa noite