O que eu te queria trazer era um em madeira muito engraçado que não dava para desmontar. Mas ocupava mt espaço e eu não ia ter mãos para trazer uma mala enorme e uma mochila e ainda o presépio. Daí a ter optado por esta solução de portabilidade foi um ápice. Fica o outro para uma próxima ... natalidade qualquer. Adorei que tenhas gostado :)
Ainda não tive tempo de meter mãos ao trabalho. Mas lá chegarei. Depois mostro. É claro que gostei e é claro que me vai trazer à memória, nesta altura, as saudades que tenho dos Goucha, em especial - e vais desculpar-me esta parte, Paulo, mas tu estás em Lisboa, não na Alemanha - do Tomás! Ocupa espaço, apesar de baixinho, o rapaz. :))
Em tempo de isolamento social, tenho acabado muitos projectos que tinha em mãos. Mas não tive coragem de olhar para o projecto que tenho inacabado há mais tempo. Porque me tenho sentido incapaz de o acabar. Até agora. Já devo estar há demasiado tempo dentro de casa para ter a ilusão que sou capaz de fazer isto. Qual Capitão Ahab, frente à baleia branca. A ver vamos. P.S.: O que mais me enfurece é que, ao arrepio do que costumo fazer, isto parece não ter esquema nenhum e ser à sorte...e isso aflige-me. Deve ter sido um acto rebelde da minha parte mas agora, bem vistas as coisas, não sei se estou muito contente com isso.
Não sei se sabes que a meio da manhã o verde dos teus lábios passou para as encostas e um gomo transparente adormeceu nos juncos e abriu. Abriu um brilho qualquer na gruta fria e pôs uma fogueira pequenina numa taça e elevou as mãos quentes pelo dia. talvez tu saibas que o principal do amor é uma montanha de efeitos secundários. Não sei se sabes Rui Costa
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